quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Você pediu pra escrever o que sentia. Escolheu até o bloquinho onde eu deveria escrever seus sentimentos. Escrevi. Você disse que amava seu pai, que não queria que ele tivesse viajado e que queria chorar.
Desde cedo, a falta te encontra. Na ciranda entre o ter e o não ter a presença, teu desejo se expressa. Desejo de ter o que não há como se ter. Desejo que te estica a alma. Falta que te traz chão.
Te amo, meu sábio filho!