quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Madrugada do dia 04. Dia em que eu e seu pai estamos fazendo um ano de namoro. Ele está dormindo. Dá alguns sorrisos enquanto dorme. Me enterneço e o encho de beijos. Ele não percebe. Fica lá, perdido no plácido sono dele. E eu, ao lado dele, a imaginar o que povoa esse sono entrecortado por expressões alegres. Deve ser algo leve, meio que voando. Algo puro. Nada mais que isso. Peço agora a Deus que um pouco disso invada você, João.
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